Vivemos, muitas vezes, aprisionados em nossas próprias interpretações. Olhamos para o outro e, sem perceber, construímos imagens, conceitos e expectativas que procuram explicá-lo.
No entanto, existe uma dimensão mais profunda no encontro: o outro não é objeto, é palavra. Quando nos aproximamos verdadeiramente de alguém, descobrimos que sua realidade não pode ser reduzida ao que imaginamos.
O outro não é algo que simplesmente vemos, mas é alguém que escutamos. As Escrituras nos orientam: “Todo homem seja pronto para ouvir, tardio para falar” (Tiago 1.19).
A escuta precede a fala, pois “responder antes de ouvir é estultícia e vergonha” (Provérbios 18.13).
Tratar o outro como pessoa, e não como objeto de expectativas, muda a qualidade das relações. Isso exige reconhecer que ninguém cabe inteiramente em rótulos, julgamentos rápidos ou na…
função que exerce. Cada encontro carrega uma história que precisa ser ouvida antes de ser interpretada.
Por Beatriz Muniz
Por Diversos
Por Juan Muniz
Notícias, reflexões e e-books cristãos no seu e-mail.
A notícia completa, com a fonte e uma reflexão para a sua caminhada.